<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-23313845</id><updated>2011-04-21T13:20:58.878-07:00</updated><title type='text'>A Rosa Separada</title><subtitle type='html'>Blog de prosa</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arosaseparada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arosaseparada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Elliott</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09761039811379588309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_genaX2rw7z0/So6DB3nsvuI/AAAAAAAAACs/0SHyCHHV4BE/S220/OgAAAFUL96T0oh9DpUOQ4dvav0dHK_Re8_X4OGqZCT9mV28YLnj73xmHzSt31QIPebJeMgE_kHbukirogGQjP_x8FQYAm1T1UL5ep_rQi423Q_mg4QWUkZOpLGOn.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23313845.post-669430345005202357</id><published>2007-05-10T14:33:00.000-07:00</published><updated>2007-05-16T07:32:35.032-07:00</updated><title type='text'>Foi o Vento que Soprou</title><content type='html'>Tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teto era vertiginoso ao acordar a procura de um foco que lhe dê consciência, após aquela noite de ressaca. Na verdade ela não sabia se tinha sido uma noite, ou se as noites se sucediam como se mutiplicassem, apenas fritava na cama sem reação.Tudo estava tão recente e conturbado na cabeça dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos levantou mais por um gesto de espontaneidade do que tivesse feito um enorme esforço para ir se vestindo de um novo dia. A visão ainda estava nauseante. Logo encontrou a cozinha e bebeu água como se nunca tivesse bebido antes. Ela estava viva, inconscientemente viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não sabia, nem sentia nada. Mas sem a menor possibilidade de hesitar saiu de casa sem muita cerimônia, sem muito destino. Foi andando mecanicamente pelo mesmo caminho pisado, rumo ao mesmo lugar batido. Sentou-se. Trazia com ela um velho caderno de rascunhos de vidas amargas. Começou a escrever aparentemente algo importante, algo que não se pode esquecer. Mas ela não sentia, nem sabia nada. Apenas lembrava... pairavam fragmentos de lembranças despedaças pelo tempo e pela bagunça de sua vida. Fazia tempo - ela pensava. E ia crencendo nela uma vontade de sentir algo, estava se esforçando muito, queria um pouco de remorço, um pouco de culpa, um pouco de dor pelo menos. Era uma luta em silêncio, era uma com o silêncio de todos estes anos. Queria sentir revolta por tudo que acontecia na sua vida. De repente veio minimalmente uma voluptuosa vontade de pegar o telefone e ligar para alguém. Arrancou a folha que escrevia, a jogou fora sem prestar atenção, fechou o caderno e pôs no bando em que estava sentada, posicionou-o ao seu lado. Pegou o celular do bolso, vacilou hesitante por uns instantes... ligou! O telefone chamava pela noite anterior, chamava o mesmo número da madrugada ainda nebulosa em sua mente. Atendeu - verificou inerte ela. - Oi. Disse a voz de veludo carinhosamente do outro lado, já sabendo que era ela. Ela sentiu supresa! e o sentimento voltava ao seu corpo, sentiu mais ainda! Ficou nervosa. - Preciso falar com você. Disse ela. Ele repondeu docemente, assim com suscinto: - Certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ficou ansiosa, estava confusa, não lembrava muito bem de nada, já não sabia o que era sentir direito. Mas ele veio logo, parecia não estar preocupado, alias parecia que tudo estava normal e tranquilo para ele.&lt;br /&gt;Veio sorrindo, e lhe deu um abraço. Ela se revestia de uma desconhecida tranquilidade ao sentir seu corpo. Por um momento voltou a esquecer da vontade de lhe dizer algo, mas após o abraço ele se sentou estranhamnte distante. Bateu o nervosismo nela de novo. lembrou do que queria dizer, e disse: - Queria me desculpar... Ele a interrompe: - Se desculpar por que? ela se fez vacilante novamente: - errr... por ontem. falou timidamente, ele sem entender voltou a perguntar: Por ontem o que?&lt;br /&gt;Ela ficou em silêncio, não sabia o porquê, mas sentia agora fortemente uma estranheza no ar, uma vontade de dizer algo, não lembrava, era isso não lembrava!! então disse: - Desculpe qualquer coisa! Disse em tom de exclamação. e se levantou pondo a mão na cabeça. Ele ainda estranhando mas extremamente sóbrio disse: - Meu bem, acho que você está assim porque bebeu demais ontem. Não aconteceu nada, você só se excedeu um pouco na bebida. Ela não se acalmou: - Eu sinto, eu sinto que tenho que lhe dizer algo! Ele a interrompeu de novo: - Fique calma, vamos andar, assim ficará calma. Então ele a abraçou e a fez andar com ele. Ela sentiu um alivio com seu abraço, e uma nova traquilidade. E em um susto, lembrou: - Eita já ia esquecendo! Meu caderno no banco! ela recuou e pegou o caderno banco. Voltou a abraça-lo e foi anestesiadamente com a sensação da lembrança. deixou p'ra trás a noite passada, naquele instante esquecerá da angústia de sua vida amarga. Esquecerá do aperto do peito ao ouvir sua voz carinho ao telefone. Esquecerá da folha que jogou para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A folha ainda perto do banco que eles sentaram era arrastada lentamente em direção do mar que eles deram as costas enquanto se sentiam. Foi então que a folha parou na areia já molhada prestes a ser atingida pela onda, antes disto passou um casal perto da folha olhando para ela conseguiram ler a ultima frase escrita no papel, antes dela ser carregada pelo mar: - Eu te amo... eles se olharam e se beijaram, e continuaram o seu caminho ainda mais amorosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lee Flôres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23313845-669430345005202357?l=arosaseparada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arosaseparada.blogspot.com/feeds/669430345005202357/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23313845&amp;postID=669430345005202357&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/669430345005202357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/669430345005202357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arosaseparada.blogspot.com/2007/05/foi-o-vento-que-soprou.html' title='Foi o Vento que Soprou'/><author><name>Elliott</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09761039811379588309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_genaX2rw7z0/So6DB3nsvuI/AAAAAAAAACs/0SHyCHHV4BE/S220/OgAAAFUL96T0oh9DpUOQ4dvav0dHK_Re8_X4OGqZCT9mV28YLnj73xmHzSt31QIPebJeMgE_kHbukirogGQjP_x8FQYAm1T1UL5ep_rQi423Q_mg4QWUkZOpLGOn.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23313845.post-114412738396904047</id><published>2006-04-03T21:58:00.000-07:00</published><updated>2006-04-25T11:40:40.350-07:00</updated><title type='text'>...eram as queixas noturnas II</title><content type='html'>...eis que a inércia desvivida cabulou a entreporta do ser. Era como se levasse meras ultrajantes disritmias para o foco do enredo. - Salve!! Gritou o fascínio, o deslumbre desmedido... (.) Quis ver falácias na órbita intelectual, quis amar rótulos de noites pré-nupciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que desmilinguiu agora a verdade? O fim é vivencidade? Ou é o início mórbido de exílio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(eram as queixas noturnas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...minhas camas de azul neon, e o deleito corpo fechado. Este pulso acelerado, este calor de pós-noite de despurificação, abrem as portas do teu peito. - Salve!!! Gritou o fascínio, a mesma voz de sempre, o mesmo peito aberto. Era como se não houvesse o silêncio, era como se o som fosse eterno. E foi eterno pelo gigantesco segundo do seu olhar. - Salve!!! Gritou o desespero, a mesma voz que não me alcança, o mesmo peito fechado. Era como uma despedida sob a névoa da noite, era como um poema que deixamos para escrever depois e perdemos. E foi o poema, e foi a perda&lt;br /&gt;do foco. Do seu fogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23313845-114412738396904047?l=arosaseparada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arosaseparada.blogspot.com/feeds/114412738396904047/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23313845&amp;postID=114412738396904047&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114412738396904047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114412738396904047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arosaseparada.blogspot.com/2006/04/eram-as-queixas-noturnas-ii.html' title='...eram as queixas noturnas II'/><author><name>Elliott</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09761039811379588309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_genaX2rw7z0/So6DB3nsvuI/AAAAAAAAACs/0SHyCHHV4BE/S220/OgAAAFUL96T0oh9DpUOQ4dvav0dHK_Re8_X4OGqZCT9mV28YLnj73xmHzSt31QIPebJeMgE_kHbukirogGQjP_x8FQYAm1T1UL5ep_rQi423Q_mg4QWUkZOpLGOn.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23313845.post-114134396723525316</id><published>2006-03-02T15:16:00.000-08:00</published><updated>2006-03-02T16:07:31.120-08:00</updated><title type='text'>A Rosa Separada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanheceu o dia: a janela aberta colhia os primeiros raios de sol; a persiana bailava o balé das cores mortas da noite passada. Coberto o rosto com o lençol, tentando não acordar (para que esse inicio de dia vulgar, esse inicio de texto clichê não domine), rejeitando a vida que foi posta em frente. Mas não dá. O sono não existe mais, ele acabou como aqueles poemas concretos, sem som, de doer os ouvidos. Ao levantar o corredor trazia ruídos das velhas novidades, ruídos que não sumiriam assim. Perseguiriam por um longo tempo. As paredes simplesmente ignoravam tudo isso. Ficavam imóveis, desdenhavam a cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia segue: a rua no mesmo lugar; as casas nos mesmos lugares; e o destino na palma da mão.&lt;br /&gt;Passavam as mesmas pessoas sem poesia, passavam os carros com as mesmas flores de ontem.&lt;br /&gt;Tudo continuava... tudo andava sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho: a mesa no mesmo lugar, a secretária amante (ou amante secretária, tanto faz) com o mesma saia curta, jogando o mesmo charme sombrio. Era assim que sempre se desenhava o dia. A mesma hora do almoço, o mesmo olhar em todas as esquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar em viver? Difícil. A mesma dificuldade de todos os dias tristes. Mas o jardim não. O jardim não era o mesmo. O jardim não era mais cinza. Haviam rosas de todas as cores. Uma fez-se notar. Uma distante. Uma separada. Pensar em viver? Talvez seja difícil, mas ainda há esperança. Ainda há uma rosa separada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23313845-114134396723525316?l=arosaseparada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arosaseparada.blogspot.com/feeds/114134396723525316/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23313845&amp;postID=114134396723525316&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114134396723525316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114134396723525316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arosaseparada.blogspot.com/2006/03/rosa-separada.html' title='A Rosa Separada'/><author><name>Elliott</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09761039811379588309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_genaX2rw7z0/So6DB3nsvuI/AAAAAAAAACs/0SHyCHHV4BE/S220/OgAAAFUL96T0oh9DpUOQ4dvav0dHK_Re8_X4OGqZCT9mV28YLnj73xmHzSt31QIPebJeMgE_kHbukirogGQjP_x8FQYAm1T1UL5ep_rQi423Q_mg4QWUkZOpLGOn.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23313845.post-114133983026904881</id><published>2006-03-02T14:47:00.000-08:00</published><updated>2006-03-02T14:55:13.446-08:00</updated><title type='text'>Céu de Baunilha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Foi você quem veio ontem, depois que abriu os olhos, dizer que o sonho não acabou! Mas não é sobre isso que quero escrever. Quero escrever sobre o que vejo. A principio eu quis parir um poema. O poema não nasceu, nasceu um céu de baunilha na minha frente, um céu daqueles de roubar uma lágrima. Lembrei de você! Mas não é de você que eu estou falando, falo de mim. Falo das lembranças do filme que vi. Falo do conceito pré-fabricado, pois antes de tudo: o conceito ( minha mania de fazer arte conceitual). Talvez eu soe pretencioso, mas isso não será novidade para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho lógico perguntar qual é o objetivo do que quero escrever, não é insensibilidade, eu sei. Mas peço um pouco de paciência a quem queira ler. Não é fácil falar dessas coisas assim. Não costumo falar da minha vida nos meus textos. Irei escrever sem pensar muito, confesso, para sair a emoção do instante, apesar de não ser um poema (o poema é o captar do instante). Vou começar falando do que me impulsionou a me enveredar por essa viagem prosaica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acordei hoje, me veio um trecho de uma música dos engenheiros: "a vida não pode ser um contagotas na tua mão, chuva que não chove, sol que não sai. A vida não pode ser medida com precisão, motor que não se move, nuvem que não se vai". Isso me fez sentir algo estranho, algo que não sei explicar. Apenas sei que não me sinto o mesmo depois de sentir. Eu mesmo quis esquecer tudo o que eu fui antes disso, quis esquecer as lembranças do filme que vi. Penso que isso seja um pouco infantil, mas não me envergonho disto, atire a primeira pedra... e não preciso dizer o resto. Sei que talvez não seja importante o que eu preciso. Sei muito bem como se é possível ignorar essas coisas. Portanto não me importo. Portanto voltemos ao texto, voltemos aos meus sentimentos antes apenas meus. Crio agora o anti-campo de força dos sentimentos, com o objetivo de filmar as atenções e tensões por eles despertadas. Que irônico! Volto a falar do que sinto. Sinto uma vontade de rir disto. Sinto muito pelo meu eterno retorno e pela vontade de chorar e ficar só. Sinto também que nunca me sentir tão absorvido pelo o que já disse. O fim está no meio, eu disse, e sou escravo dos meus próprios erros. Por favor, entendam. Não quero perdão, quero silêncio, pois só ele pode me julgar. Só ele viu o estragos que trago comigo a noite, as vozes que ouço na cama a noite e meu medo do escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos adiante nos fatos: a tarde sai sem rumo, fumei uns cigarros sem muito prazer. Andei esperando encontrar alguém na rua, esperando algo que me distraisse (se ainda não disse não gostei nada do que senti pela manhã), nada apareceu, só meu passos distraídos pela rua. Então resolvi entrar no ônibus, e comecei a ler uns textos da ufal, que pouco me prenderam a atenção. Mas me sentia numa apatia tranquila, pouco preocupante. E quando quase comecei a sentir minha respiração de novo, veio-me ele. O sentimento voltou. vieram novas palavras em minha cabeça: "diga adeus ou não diga nada". Voltei a me sentir estranho. Que estranho se sentir estranho! É muito estranho se sentir assim, muito estranho! Desejei tanto a apatia de novo, a falta de sensação, desejei de volta meu coração que não bate nem apanha. Esse coração de agora não! Esse sentimento agora não! Desejo em vão, desejo impossível. Agora só me resta o filme que vi, o caminho que eu não devia passar, a escolha que não quis e escolhi, e o dia que determinou o fim. Bem, tenham calma! Lógico que não sei qual foi o dia que determinou o fim, nem sei se ele existiu. Só sei do coração, só sei do filme que vi... e sei que o final não chegou na superficie, foi profundo... foi na pele. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23313845-114133983026904881?l=arosaseparada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arosaseparada.blogspot.com/feeds/114133983026904881/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23313845&amp;postID=114133983026904881&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114133983026904881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23313845/posts/default/114133983026904881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arosaseparada.blogspot.com/2006/03/cu-de-baunilha.html' title='Céu de Baunilha'/><author><name>Elliott</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09761039811379588309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_genaX2rw7z0/So6DB3nsvuI/AAAAAAAAACs/0SHyCHHV4BE/S220/OgAAAFUL96T0oh9DpUOQ4dvav0dHK_Re8_X4OGqZCT9mV28YLnj73xmHzSt31QIPebJeMgE_kHbukirogGQjP_x8FQYAm1T1UL5ep_rQi423Q_mg4QWUkZOpLGOn.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
